Como ajudar clientes a construir um futuro financeiro mais seguro

Como ajudar clientes a construir um futuro financeiro
mais seguro

O planejamento familiar é essencial para garantir proteção financeira à família, mesmo diante dos gastos e imprevistos que fazem parte da rotina. Reunimos os pontos centrais sobre a importância do planejamento familiar e sobre como estruturá-lo com qualidade.

Por que o planejamento familiar importa

O planejamento familiar diz respeito ao que um casal almeja para a sua família, incluindo diferentes esferas como número de filhos, reserva financeira, investimento, segurança com relação à saúde e aposentadoria, entre outros aspectos. Além de desenhar essas perspectivas, planejar os passos da família também envolve pensar nas estratégias para colocar as ações em prática de forma eficiente.

A importância disso está em ter uma previsão melhor dos fatos que acontecerão na vida. Ter claro o que se deseja e os caminhos a percorrer para conquistar é fundamental para ter sucesso e viver com mais segurança.

Como realizar o planejamento de maneira eficiente

Cada família é única, por isso, algumas ações que funcionam para uma podem não ser eficientes para outra. Ainda assim, existem estratégias em comum que tendem a funcionar para grande parte dos grupos familiares, sempre com espaço para ajustes conforme as expectativas e necessidades de cada um.

1. Pense no que deseja para o futuro. O primeiro passo para construir um planejamento familiar é pensar como o casal se enxerga adiante. Com filhos? Viajando ou morando em um apartamento maior? Investindo em saúde ou priorizando uma boa aposentadoria? Essas decisões são pessoais e devem ser pensadas em conjunto com o núcleo familiar, já que o plano, de um modo ou de outro, afetará a vida de todos.

2. Crie metas coletivas. Vale lembrar que a pessoa que mais recebe salário em casa terá um papel maior financeiramente, mas isso não significa que os demais não possam colaborar de outras formas. Para o planejamento ser alcançado não basta ter dinheiro: é necessário organização e que todas as outras bases da casa estejam fluindo.

3. Faça um planejamento financeiro familiar. Ter uma boa organização financeira ajuda muito, principalmente no longo prazo. Isso não significa anotar cada centavo gasto, e sim saber qual é o custo mensal da família, quanto é necessário ganhar para alcançar o que se almeja e como é possível aumentar os rendimentos com uma renda extra.

4. Entenda possíveis complicações. O planejamento familiar é repleto de sonhos e realizações, mas é preciso conhecer as possíveis complicações que o envolvem. Vale listar os imprevistos que podem atrapalhar os planos e, ao lado de cada um, esboçar reações que ajudem a amenizar o problema até que seja possível retomar o rumo.

5. Pense na reserva de emergência. Mesmo que não sobre muito dinheiro no fim do mês, é interessante destinar uma quantia para essa reserva até atingir um valor seguro. Alguns especialistas falam em seis meses do custo de vida da família, mas o importante é começar mesmo com pouco: a quantia acumulada costuma surpreender quem julgava não ser possível.

Cuidados na hora de planejar

Escute a opinião do parceiro ou da parceira, converse com os filhos e inclua as vontades deles sempre que possível, guarde dinheiro para os imprevistos, evite metas fora de alcance, contrate empresas de seguros sólidas e prefira começar devagar a não começar. Por mais que se planeje, às vezes nada sai como o imaginado, e isso não é motivo para desespero ou para desistir.

Quando isso acontecer, organize as ideias, identifique os motivos que fizeram o planejamento não sair como o esperado, refaça os planos e comece novamente. O importante é sempre poder replanejar e adaptar as situações à realidade vivida.

Erros comuns no orçamento doméstico

Desenhar o planejamento familiar é o primeiro passo para se organizar, mas a falta de controle sobre o que se gasta pode levar a prejuízos financeiros, dívidas acumuladas e maus bocados. Confira os erros que mais comprometem o orçamento doméstico e que podem atrapalhar a saúde financeira e a paz do lar.

1. Tratar gastos fixos como se fossem inalteráveis. É comum tratar certos gastos, como água, luz, supermercado e carro, como se não pudessem ser modificados. É possível reduzir o consumo de energia com banhos mais curtos e luzes apagadas, priorizar alimentos saudáveis (que costumam ser mais baratos) no supermercado e gastar menos combustível evitando o carro em trajetos curtos.

2. Desconsiderar os gastos do dia a dia. Pequenos gastos do cotidiano, do cafezinho depois do almoço à manicure, costumam ficar fora do controle de orçamento, mas fazem diferença somados ao longo de 30 dias. Vale avaliar essas despesas e estipular um valor máximo para elas.

3. Achar que só é possível se divertir pagando. As preferências de lazer variam, mas existem maneiras de se divertir que não exigem gastar: andar de bicicleta na praça com os filhos, bater papo com amigos, visitar uma biblioteca ou museu gratuitos são passeios mais saudáveis e culturais do que um dia inteiro no shopping.

4. Não fazer uma reserva financeira. Manter uma reserva para emergências, ou para investir, é coisa de quem planeja. Da renda mensal, vale separar um valor para imprevistos, como problemas de saúde e despesas com a educação dos filhos, além de considerar uma previdência privada para a aposentadoria ou um seguro de vida para o conforto da família.

5. Fazer compras parceladas. O parcelamento dá a impressão de que o poder aquisitivo aumentou, mas comprar tudo a prazo pode ser o caminho mais curto para o endividamento. Em alguns casos as compras parceladas ajudam, mas é preciso diferenciar esses momentos daqueles em que a compra acontece só porque parece possível.

6. Recorrer a empréstimos. Existem empréstimos para autônomos, pensionistas, aposentados, funcionários públicos e empregados de empresas privadas, entre outros. Os juros podem ser altos e comprometer seriamente o orçamento familiar. Fazer empréstimo em banco para pagar dívida nem sempre é a melhor saída: às vezes é mais seguro recorrer a um parente ou amigo, ou vender algum bem supérfluo.

7. Ostentar um padrão de vida que não é o seu. Exibir uma falsa imagem de riqueza é comum, como financiar um carro em 60 parcelas que dificilmente serão todas pagas. A regra de ouro das finanças é viver conforme a própria renda e realidade, não conforme o que se vê na novela: de que adianta ter um automóvel de luxo e viver perseguido por dívidas e cobradores?

8. Não cortar definitivamente certos gastos. Em períodos de crise, vale ser rigoroso: para que manter aparelhos de ginástica que nunca serão usados ou alimentos que prejudicam a saúde dos filhos? Riscar esses gastos do orçamento e reinventar o modo de viver, mais simples e mais pé no chão, costuma trazer resultados surpreendentes.

Por que investir em seguro e previdência

Muitas famílias têm belos planejamentos de vida, mas, por um acidente ou uma mudança repentina, precisam se desfazer de metas já conquistadas ou abrir mão do patrimônio. Para evitar ou amenizar esses prejuízos, contar com seguros e com uma boa previdência privada ajuda a garantir uma aposentadoria e uma melhor idade mais tranquila.

Entre as opções estão o seguro por morte, o seguro por invalidez, a previdência privada (sobrevivência) e o seguro para usar em vida. Para evitar surpresas desagradáveis, o caminho é contratar os seguros de uma empresa séria e sólida, como a MAG Seguros, e sempre verificar o histórico da organização.

Pensar em um planejamento familiar, seja a curto ou a longo prazo, é essencial para ter uma organização que permita alcançar objetivos que talvez não fossem possíveis sem ele. Colocar em prática ações planejadas diminui as chances de imprevistos e contribui para viver de uma maneira mais segura.

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